domingo, 24 de agosto de 2014

S02E04: Reclassificação, MDE, Distância Euclidiana



Nesta semana aprendemos algumas novas ferramentas tendo como o objetivo chegar a um mapa final com as áreas de APP definidas. O fluxograma acima resumi as etapas necessárias para combinarmos os três critérios utilizados: imagem classificada de cobertura do solo definindo as APP (banhado, marisma, dunas, mata nativa); áreas de declivade maior que 35º; margem de 30 metros de rios.
Uma ferramenta muito útil com a qual trabalhamos foi a 'Raster Calculator' que permiti a operação matemática entre bandas. Esta ferramente pode ser utilizada em outras aplicações como cálculo de índices: NDVI, NDWI, NDSI, etc. Uma breve descrição sobre este conceito de índices e razão entre bandas neste link, com uma descrição resumida sobre as principais etapas do pré-processamento.
Utilizamos também a ferramenta de rasterização. No nosso caso, fizemos um procedimento anterior ao uso desta ferramente, ao qual nos referimos como a criação de um esqueleto, para ser usado como base para o dado de saída. Para melhor esclarecimento desta etapa, segue uma descrição mais detalhada desta etapa:
O processo de rasterização consiste em transformar um vector em um raster onde os valores de cada pixel serão atribuídos de acordo com algum campo (atributo) definido pelo usuário. A extensão e resolução do raster de saída também pode ser definido. Se não especificado, a extensão do raster será os limites mínimos e máximos de coordenadas do vetor de origem.
Especificamente para o nosso caso de estudo, precisamos que os pixels do raster de saída, com informação onde é rio (=1) e onde não é rio (=0), sejam coincidentes com os pixels de nossa imagem classificada. Para isso, criamos um raster prévio, que em aula nos referimos como esqueleto (ver fluxograma), utilizando a ferramenta raster calculator.
Nome do arquivo será o nome final do arquivo rasterizado, neste caso 'rios.tif'. Como queremos uma imagem raster com valor verdadeiro (1) para pixels de rios e falso (0) para o resto, utilizamos uma expressão falsa: 
com nosso “esqueleto” definido, temos ainda que criar um novo atributo para nosso vetor rios.shp que contem o valor o qual queremos que seja atribuído ao pixel durante o processo de rasterização. Para isso

1. Abrir para edição;
2. adicionar um novo atributo, 'nd', com o 'Open field Calculator' atribuindo o valor 1;
3. abrir a ferramenta Raster>Conversion>Rasterize. Definir o 'atribute field' para a coluna nd recém criada. Definir como nome de saída o arquivo rios.tif criado na etapa anterior (esqueleto) e então deixa a opção 'Keep existing raster size and resolution'.PRONTO!

O produto final é um raster de mesmo tamanho e resolução que sua imagem classificada com valores 0 e 1 para áreas de rios.

Bons trabalhos e qualquer dúvida é só postar. Tentem vocês mesmos colocarem no papel o fluxograma do trabalho de vocês, é muito importante para não se perderem no meio de tantos processamentos.



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